Desastre ambiental de Mariana e o Seguro: Efeitos e Mitigação

Desastre ambiental de Mariana e o Seguro: Efeitos e Mitigação

Especialistas em seguros e meio ambiente se reuniram a convite do CPES no dia 1º de dezembro no Rio de Janeiro para debater o desastre ambiental de Mariana, que ocorreu no início de novembro com o envolvimento da mineradora Samarco. Este evento reacendeu as discussões sobre gerenciamento de risco e sobre o seguro como ferramenta de mitigação de danos ambientais.
Os economistas Claudio Contador, diretor do CPES, Lauro Faria, coordenador do portal Tudo Sobre Seguros, Sandro Leal, da FenaSaúde, Francisco Galiza, sócio da Rating de Seguros Consultoria, e Gustavo Mello, sócio da Correcta Consultoria, além dos engenheiros Luiz Guilherme Dias, sócio-diretor da SABE Consultores Associados, e Ronaldo Serôa da Motta, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), participaram da mesa redonda.
Ainda é cedo para estimar o custo total do desastre, pois é preciso calcular os danos físicos, químicos e ambientais para determinar o valor do prejuízo e das indenizações. No entanto, o empréstimo feito pela empresa sinaliza que a mineradora não terá condições de se recuperar financeiramente. Além disso, o seguro ambiental é um produto muito novo no Brasil e a subscrição do risco é dificultada pela assimetria de informação.

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